Veja aqui algumas respostas para dúvidas sobre psiquiatria

Perguntas frequentes

É fácil saber quando há uma doença física e é preciso buscar tratamento médico. Por outro lado, a saúde mental, geralmente, não recebe a mesma atenção e é mais difícil saber quando procurar um psiquiatra.

Em muitos casos, as doenças mentais são confundidas com cansaço ou apenas insatisfação. Por isso, as pessoas acreditam que precisam apenas de tempo ou de férias e logo tudo voltará ao normal.

No entanto, não basta apenas ter força de vontade para que tudo se resolva. As doenças mentais, assim como as físicas, precisam de remédios e acompanhamento médico para serem curadas — e o primeiro passo para isso é identificá-las e buscar tratamento.

Alguns “sintomas” devem ser observados, principalmente aqueles que prejudicam sua vida profissional, social, familiar e conjugal. Sendo assim, fique atento aos seguintes sentimentos/sintoma. . Pensando nisso, separamos 6 sinais de alerta que indicam quando procurar um psiquiatra:
1) Grandes mudanças de humor
2) Dores constantes
3) Distúrbios de sono
4) Vontade de se ferir
5) Alterações de memória
6) Compulsões (compras excessivas, sexo, manias de limpeza, entre outros)

A psiquiatria trata problemáticas, como:
1) Dependências químicas;
2) Esquizofrenia;
3) Transtorno obsessivo-compulsivo, o famoso TOC;
4) Bipolaridade;
5) Depressão;
6) Ansiedade.

O psiquiatra é um médico responsável por lidar com distúrbios mentais e tratá-los.

Por ser um médico – diferente dos psicólogos – significa que o psiquiatra se concentra mais em estudar, diagnosticar, tratar e prevenir transtornos mentais do ponto de vistamédico, ao invés de estudar o paciente e seu comportamento devido ao transtorno.

Quais Qualidades Um Psiquiatra Precisa Ter?

  • Você é capaz de ouvir outras pessoas falando, sendo capaz de absorver toda a informação dada a você e responder apropriadamente?
    Se sua resposta for não, a psiquiatria provavelmente não é certa para você.

    Mas se você acredita que é capaz de ouvir um paciente por até uma hora de cada vez sem ser crítico, pode ter o que é preciso para ser um psiquiatra. E se você gosta de fazer isso, então isso é ainda melhor.

    Para ser um bom psiquiatra, é necessário uma série de habilidades relacionadas à comunicação e à forma de lidar com as pessoas e suas emoções.

    Se você pensa nessa profissão, algumas perguntas a responder é:

  • Você gosta de deixar outras pessoas liderarem conversas?
  • Você consegue manter a compostura sob estresse ou coação?
  • Você gosta de ter pessoas que confiam em você?
  • Você é uma pessoa paciente? Se não, você pode achar que ser um psiquiatra é um dos trabalhos mais difíceis que você enfrentará.
  • Você está interessado na mente humana e nas várias formas de restaurá-la ou repará-la em sua forma ideal?
  • Você está interessado em aprender mais sobre transtornos mentais, como esquizofrenia ou TEPT?
  • Você é bom em memorizar? Você gosta de diagnosticar problemas?

    Estas são algumas das características que todo médico deve ter em mente antes de decidir entrar na área da psiquiatria.

    E, embora essas perguntas introspectivas não sejam extensas, elas são indicadores-chave para dizer se uma pessoa está interessada nesse campo antes de se dedicar a ele.

O Que É Preciso Para Se Tornar Um Psiquiatra?

O caminho para se tornar um psiquiatra é longo, mas para quem ama essa área e quer ajudar pessoas com doenças mentais, vale a pena o tempo e o esforço necessários.

Primeiro, é necessário concluir o curso de Medicina. Como a psiquiatria é uma especialidade médica, é essencial que você conclua a formação básica antes.

Após isso, é preciso partir para uma residência em psiquiatria ou para um curso de especialização.

Em ambos os casos, o médico desenvolverá suas habilidades enquanto “treina” para o trabalho. Isso acontecerá em conjunto com professores e outros residentes, a fim de obter experiência prática em todos os campos da psiquiatria, incluindo pesquisa e diagnóstico.

Nessa especialização, também é oferecido treinamento clínico para ampliar ainda mais os conhecimentos sobre tratamentos médicos psiquiátricos.

Em geral, o tempo que se passa em uma residência/especialização é uma experiência gratificante e enriquecedora.

A partir daí, você pode se certificar e começar a ajudar as pessoas a colocar suas vidas em ordem.

Como É Ser Um Psiquiatra Em Um Consultório Particular E Em Um Centro Médico?

A rotina de um psiquiatra que atende em um consultório particular (seu ou em clínicas conjuntas) é bastante parecida com os dias de qualquer outro médico particular.

Normalmente, há muita interação “cara-a-cara” com os pacientes – que precisam marcar um horário para serem atendidos.

Além disso, é possível fazer os próprios horários, bem como definir uma linha de trabalho, como “Psiquiatria da Infância e Adolescência”, “Psiquiatria da terceira idade” e “especialista em dependência química”.

Mas, para aqueles que desejam praticar/praticam a psiquiatria em centros médicos ou Hospitais, a rotina pode ser um pouco diferente da citada acima.

Começando pelos horários de trabalho, os psiquiatras que atendem em Hospitais trabalham em regime de plantão. Assim, muito provavelmente, dias e horários fixos são estabelecidos.

Além disso, nos Hospitais, vários pacientes são atendidos sem que, necessariamente, o médico possa criar um “vínculo” com eles. Isso porque muitos casos aparecem todos os dias, e grande parte deles não precisará permanecer no Hospital para um acompanhamento.

A depender do seu tempo de formação, você também poderá ter estagiários e residentes com você, te auxiliando no diagnóstico e tratamento dos pacientes que procuram o Hospital.

Independente do local onde se exerce a psiquiatria, o psiquiatra precisa ter em mente os motivos que o levaram a escolher essa área, mantendo sempre a dedicação e a empatia por seus pacientes e seus problemas.

A Psiquiatria exige amor e respeito pela área, bem como por todos aquele que necessitam dela para ter uma vida melhor.

Ser psiquiatra é se dedicar a tratar dores que quase ninguém entende. É cuidar do físico por meio da mente.

Se você está interessado em se tornar um psiquiatra ou estava curioso para saber como é a profissão, agora você tem todas as informações que precisava para tirar suas conclusões.

Embora possa levar muito tempo para se tornar um psiquiatra, vale a pena ajudar os outros a melhorarem suas vidas, vencendo seus demônios mentais.

Além disso, como psiquiatra, estamos sempre aprendendo, estudando, diagnosticando e tratando transtornos mentais do ponto de vista médico, a fim de enriquecer a vida de nossos pacientes. Essa é nossa vocação!

Se você já está tomando um antidepressivo, talvez esteja se perguntando quando será o momento de parar.

Afinal, se o seu humor e perspectiva de vida estão melhores, você realmente precisa continuar tomando essa medicação?

Em geral, os médicos recomendam que as pessoas permaneçam em tratamento com um antidepressivo por, pelo menos, um ano para que a melhora seja completa.

Além disso, quando – e se – você deve abandonar a medicação para depressão é a combinação de uma orientação médica com escolha pessoal.

Assim, esse artigo ajudará você a entender como seu médico psiquiatra sabe que chegou o momento de finalizar o tratamento com antidepressivos.

Como Os Antidepressivos Auxiliam No Tratamento De Algumas Doenças

Os antidepressivos funcionam tendo como alvo certas substâncias químicas no cérebro chamadas neurotransmissores.

Essas substâncias afetam o humor e a emoção. Mas exatamente como os antidepressivos diminuem a depressão ainda não é claro.

Especialistas têm, tradicionalmente, pensado que eles restauram um desequilíbrio químico causado pela depressão.

Mas alguns pesquisadores acreditam agora que a depressão e o estresse podem realmente destruir as conexões entre as células nervosas – e até as próprias células.

Eles acreditam que os antidepressivos funcionam restaurando essas vias nervosas.

Antidepressivos: Como Saber Quando Parar – Ou Não Parar

Muitas pessoas acreditam que, ao iniciar um tratamento com antidepressivos, ficarão fazendo uso desse medicamento por toda a vida.

Essa confusão se deu após a estigmatização dos medicamentos “tarja preta” e sua forte dependência nas pessoas após o uso a longo prazo.

Apesar dessa confusão, os antidepressivos são medicamentos “tarja vermelha“. E, ao contrário da crença popular, esses medicamentos tratam um episódio mais grave da doença e, após isso, podem ser retirados do tratamento.

Então, depois de ter encontrado uma medicação eficaz contra a depressão para você, quanto tempo você deve ficar com ela?

Muitos fatores entram em jogo. O mais importante é o risco de uma recaída.


A depressão é uma doença episódica e recorrente.

Quanto tempo uma pessoa precisa continuar com um antidepressivo depende de quantos episódios de depressão a pessoa teve.


Por exemplo, alguém que teve apenas um episódio pode permanecer com a medicação por seis meses a um ano antes de parar.

Aqueles têm um forte histórico familiar de depressão, ou têm três ou mais episódios podem passar um grande período da vida fazendo uso do antidepressivo, visto que a chance de uma recaída é muito alta.

No final das contas, somente você e seu psiquiatra podem tomar a decisão certa para você.

Para isso, é levado em consideração a gravidade de sua depressão, seu risco de recaída, se pode viver com algum efeito colateral e se a medicação continua funcionando.

É uma decisão muito individualizada que sai de uma conversa entre um paciente e um médico.

Como Os Psiquiatras Retiram A Medicação?

Você e seu médico conversaram e chegaram a conclusão de que a medicação pode ser suspensa. E agora? Como será?

Talvez algumas perguntas possam estar rondando sua mente nesse momento.

Coisas como “Posso simplesmente parar de tomar o antidepressivo?”, “E se eu tiver uma recaída?”, “O psquiatra tem certeza que estou bem?”.

Grande parte das pessoas realmente temem uma recaída durante esse momento. E com razão.

Segundo pesquisas, em um período de 3 anos, cerca de 33% das pessoas podem ter uma recaída.

Assim, para evitar que você entre nessa estatística, seu médico pode recomendar que você inicie uma atividade física ou que um psicólogo seja procurado. Tudo isso ajudará você a não sentir os sintomas da depressão novamente, bem como evitará os efeitos colaterais da pausa na medicação.

Para que você termine seu tratamento com segurança, o psiquiatra irá diminuir as doses ingeridas de forma progressiva – geralmente, de 2 em 2 semanas para evitar os efeitos colaterais.

Os que fazem uso de Paroxetina ou Venlafaxina talvez sintam os sintomas da retirada do remédio de forma mais intensa que as demais pessoas. Porém, seu psquiatra fará o possível para dirimir essa situação.

Descontinuação vs Recorrência Dos Sintomas

É importante que as pessoas percebam que os sintomas relacionados à descontinuação dos antidepressivos podem ser muito semelhantes aos sintomas que as levaram a tomar um antidepressivo em primeiro lugar.


Com isso, após a parada do medicamento, algumas pessoas temem que sua depressão ou ansiedade retorne com força total.


Isso ocorre porque, na verdade, o que estão vivenciando é uma síndrome de descontinuação que se resolverá sozinha após um tempo.

O tempo pode ajudar você a entender a diferença.

Se a depressão ou a ansiedade recorrer após a interrupção de um antidepressivo, é frequentemente um processo gradual que se agrava lentamente ao longo do tempo.


Em contraste, os sintomas relacionados à abstinência de um desses medicamentos geralmente acontecem de forma muito rápida – cerca de um dia para alguns medicamentos, como a paroxetina – e melhoram lentamente ao longo do tempo.

O Que Saber Antes De Reduzir Sua Medicação Antidepressiva

Embora você possa ter chegado a este artigo na esperança de encontrar instruções de como pausar sua medicação por conta própria, você deve sempre consultar seu psiquiatra e informá-lo de que deseja parar de tomar o antidepressivo.


Em primeiro lugar, seu psiquiatra irá determinar se você alcançou os objetivos terapêuticos, que são alcançar o alívio completo dos sintomas de depressão e restaurar o funcionamento normal de sua mente.


Cumprir essas metas antes de parar com a medicação é importante porque pesquisas mostram que os pacientes com melhora completa têm menos probabilidade de experimentar futuros episódios de depressão.

Pergunte a uma pessoa comum a diferença entre um psiquiatra, psicólogo, psicanalista e terapeuta e, provavelmente, você ouvirá várias explicações impressionantes e erradas – a maior parte delas tirada de séries médicas presentes na TV e do que elas acreditam ser cada profissional.


Psiquiatras, psicólogos, psicanalistas e terapeutas podem se sobrepor nas áreas que cobrem, mas há diferenças entre cada profissão e o que elas podem oferecer a você.


Essas diferenças fundamentais entre os profissionais de saúde mental se encontram em vários aspectos de sua carreira: treinamento, orientação teórica, abordagens, técnicas e registro profissional são alguns exemplos.


Se você não é capaz de diferenciar esses profissionais, não se preocupe. Neste artigo, abordaremos algumas das distinções que permeiam o trabalho de psiquiatras, psicólogos, psicanalistas e terapeutas na esperança de esclarecer essa confusão comum.


Também esclarecemos o conceito de terapia, para que assim você possa ter uma visão mais ampla desse trabalho.

Psiquiatra

Os psiquiatras são médicos, ou seja, são profissionais que frequentaram a Faculdade de Medicina e depois realizaram uma especialização – de 2 ou 3 anos – em Psiquiatria. Nessa especialização, eles desenvolverão as habilidades necessárias para o diagnóstico e tratamento de transtornos mentais.


Assim, de todos os profissionais que serão listados neste artigo, os psiquiatras são os únicos que são médicos (aquele com formação médica).


Além disso, devido à sua formação, os psiquiatras são aptos a prescrever medicamentos aos seus pacientes – habilidade que os outros profissionais não possuem.


Os psiquiatras avaliam os pacientes para verificar se sua condição é uma consequência de uma doença física, uma combinação de problemas mentais e físicos ou estritamente psiquiátricos.


Eles são capazes de prescrever medicamentos para ajudar a regular os sintomas relacionados a doenças mentais (ansiedade, depressão, esquizofrenia, distúrbio bipolar, etc.), bem como, às vezes, fazer uso de intervenções psicológicas (como Terapia Cognitivo- Comportamental – TCC).


Eles também podem encaminhar pessoas para os outros profissionais se acreditarem que o paciente pode se beneficiar de tal abordagem. Os psiquiatras trabalham frequentemente em ambientes institucionais (como em empresas), bem como no serviço de saúde pública ou privada.

Psicólogo

Os psicólogos são profissionais que se formaram em psicologia – ciência que estuda os processos mentais e o comportamento humano.


Após isso, alguns psicólogos também podem escolher se especializar em uma área de sua escolha dentro do campo da psicologia (ou seja, forense, clínico, educacional, ocupacional, organizacional, etc).


Esses profissionais não têm formação médica e, portanto, não são capazes de prescrever remédios.

Os psicólogos avaliam, diagnosticam, tratam e estudam processos e comportamentos mentais.


Eles também fornecem avaliações psicológicas, usando testes psicométricos, observação direta e entrevistas estruturadas.

Psicanalista

Um psicanalista é alguém que já é um profissional qualificado e experiente em seu campo de trabalho (psiquiatra, psicólogo, assistente social, bem como diferentes áreas de ensino superior) que passa por uma longa e intensa formação em psicanálisemétodo terapêutico criado por Sigmund Freud.


Esse é o profissional que trabalha baseado na ação do inconsciente, e como essas dinâmicas inconscientes afetam a maneira como o paciente se comporta, sente e se relaciona com os outros.


A psicanálise tradicionalmente faz uso do divã, onde o paciente “conversa” sobre várias “situações” enquanto o analista fica sentado atrás, interpretando o que é inconsciente no que o paciente comunica ao longo da sessão.


A psicanálise pode ajudar as pessoas que estão dispostas a explorarem seu mundo interior e também aquelas que apresentam problemas de personalidade mais complexos.


Os psicanalistas também podem oferecer uma psicoterapia menos intensa.

Terapeuta

Um terapeuta é um profissional que se especializou em psicoterapia, ou seja, no trabalho com aqueles que lutam com questões emocionais, psicológicas, relacionais e outras relacionadas à saúde mental.


Esse profissional trabalha com a terapia da fala, portanto, nenhuma receita médica está envolvida.


Os terapeutas ajudam os pacientes a compreenderem melhor a si mesmos, seus sentimentos, suas dinâmicas de relacionamento, seus traumas e experiências passadas, bem como as dificuldades atuais.


Por meio de sessões, esse tipo de terapia geralmente analisa como a pessoa se vê, vivencia os outros e os sentimentos derivados de tal interação.


Muitos terapeutas também afirmam que, além de auxiliarem pessoas que lutam com problemas emocionais e de relacionamento, eles trabalham para ajudar essas pessoas a superarem os obstáculos que impedem seu desenvolvimento e crescimento pessoal.


Dessa maneira, diferente dos profissionais citados anteriormente, o terapeuta trabalha – único e exclusivamente – por meio da conversa com seu paciente, chegando (através dessa troca de informações) até a superação do obstáculo em questão.

O Que É Uma Terapia?

Terapia pode ser visto como o processo de se reunir com um profissional especializado em saúde mental com o propósito de resolver comportamentos problemáticos, crenças, sentimentos e sintomas físicos relacionados.

Assim, a terapia usa um relacionamento interpessoal para ajudar a desenvolver o auto-entendimento do paciente e a fazer mudanças em sua vida.


Agora que você já sabe diferenciar os diversos profissionais que trabalham com a saúde mental, é essencial não esquecer que todas as profissões mencionadas acima são de igual importância.


Isso porque todas fazem parte de um grande “grupo de ajuda” e, como tal, podem oferecer uma grande ajuda àqueles que sofrem de sintomas leves até questões mais difíceis e complexas.


Esperamos que este artigo possa ter fornecido alguma luz sobre algumas das diferenças entre psiquiatras, psicólogos, psicanalistas e terapeutas, bem como desmistificado conceitos errôneos.

A Psiquiatria é o ramo da Medicina focada no diagnóstico, tratamento e prevenção de transtornos mentais, emocionais e comportamentais.


Um psiquiatra é um médico especializado em saúde mental, incluindo transtornos por uso de substâncias químicas – como as drogas.


Os psiquiatras são qualificados para avaliar os aspectos mentais e físicos que envolvem os problemas psicológicos.


As pessoas procuram ajuda psiquiátrica por muitas razões.


Os problemas podem ser súbitos, como um ataque de pânico, alucinações assustadoras (“ouvir vozes”) e pensamentos de suicídio.


Ou podem ser a longo prazo, como sentimentos de tristeza, desesperança ou ansiedade que nunca parecem acabar, fazendo com que a vida cotidiana seja difícil de ser suportada.

Psiquiatria x Pacientes

Por serem médicos, os psiquiatras podem solicitar ou realizar uma ampla gama de exames laboratoriais que, combinados com conversas com os pacientes, ajudam a fornecer uma imagem do estado físico e mental dessa pessoa.


A educação e treinamento clínico os capacitam a entender a complexa relação entre doenças emocionais e outras doenças médicas, bem como as relações com a genética e o histórico familiar.


Também são aptos a avaliar dados médicos e psicológicos, fazendo diagnósticos e trabalhando com pacientes para desenvolver planos de tratamento.

Que Tratamentos A Psiquiatria Recomenda?

Os psiquiatras usam uma variedade de tratamentos – incluindo várias formas de psicoterapia, medicamentos e intervenções psicossociais, dependendo das necessidades de cada paciente.


A psicoterapia, às vezes chamada de terapia da fala, é um tratamento que envolve uma relação de fala entre um terapeuta e um paciente.


Pode ser usada para tratar uma ampla variedade de transtornos mentais e dificuldades emocionais. O objetivo da psicoterapia é eliminar ou controlar os sintomas incapacitantes ou perturbadores para que o paciente possa “funcionar” melhor.


Dependendo da extensão do problema, o tratamento pode levar apenas algumas sessões ao longo de uma ou duas semanas ou pode levar várias sessões ao longo de um período de anos.


A psicoterapia pode ser feita individualmente, em casal, com a família ou em grupo.


Existem muitas formas de psicoterapia. Existem psicoterapias que ajudam os pacientes a mudar comportamentos ou padrões de pensamento, psicoterapias que ajudam os pacientes a explorar o efeito de relacionamentos passados e experiências sobre os comportamentos presentes e psicoterapias que são adaptadas para ajudar a resolver outros problemas de maneiras específicas.


A terapia comportamental cognitiva é uma terapia orientada para objetivos que enfoca a resolução de problemas.


A psicanálise é uma forma intensiva de psicoterapia individual que requer sessões frequentes durante vários anos.


Depois de completar as avaliações, os psiquiatras podem prescrever medicamentos para ajudar a tratar distúrbios mentais.


Os medicamentos psiquiátricos podem ajudar a corrigir os desequilíbrios na química cerebral pois acredita-se que esses desequilíbrios estão envolvidos na origem da maioria dos transtornos mentais.


Pacientes em tratamento a longo prazo precisarão de consultas periódicas com seu psiquiatra para monitorar a eficácia do medicamento e quaisquer possíveis efeitos colaterais.


Outros tratamentos também são usados às vezes. A eletroconvulsoterapia (ECT), um tratamento médico que envolve a aplicação de correntes elétricas ao cérebro, é usada com certa frequência para tratar a depressão grave que não respondeu à outros tratamentos.

Treinamento Psiquiátrico

Para se tornar um psiquiatra, uma pessoa deve completar a Faculdade de Medicina e, após isso, fazer uma residência ou especialização em Psiquiatria.


O psiquiatra em treinamento passa, então, pelo menos dois anos aprendendo sobre diagnóstico e o tratamento da saúde mental, incluindo várias formas de psicoterapia e o uso de medicamentos psiquiátricos.


O treinamento é realizado em ambiente Hospitalar, ambulatorial e sala de emergência.


Alguns psiquiatras também buscam um treinamento especializado adicional após sua residência em Psiquiatria geral.


Eles podem se tornar especializados em Psiquiatria de Crianças e Adolescentes); Psiquiatria Geriátrica; Psiquiatria Forense (Legal); Emergência Psiquiátrica;Dependência Química; Epidemiologia Psiquiátrica; Psiquiatria Comunitária; Psiquiatria Transcultural;; Interconsulta em Hospital Geral.


Alguns psiquiatras também podem optar por treinamento adicional em psicologia geral, psicanálise ou em pesquisa psiquiátrica.

Onde Os Psiquiatras Trabalham?

Os psiquiatras trabalham em uma variedade de ambientes, incluindo consultórios particulares, clínicas, Hospitais gerais e psiquiátricos, centros médicos universitários, agências comunitárias, tribunais e prisões, casas de repouso, indústrias, para o governo, em instalações militares, programas de reabilitação, salas de emergência, programas de cuidados paliativos e muitos outros lugares.


Cerca de metade dos psiquiatras brasileiros mantêm clínicas privadas e muitos psiquiatras trabalham em vários contextos.

Qual É A Diferença Entre Um Psiquiatra E Um Psicólogo?

Um psiquiatra é um médico i(<>Faculdade de Medicina e Residência Médica) com treinamento especial em Psiquiatria.


Um psiquiatra é capaz de conduzir psicoterapia e prescrever medicamentos e outros tratamentos médicos.


Um psicólogo possui graduação em Psicologia, e, muitas vezes, tem treinamento extensivo em pesquisa ou prática clínica.


Psicólogos tratam transtornos mentais com psicoterapia e alguns se especializam em testes psicológicos e avaliação.


Por ser um médico, o psiquiatra é capaz de fornecer uma maior quantidade de tratamentos aos pacientes, a depender de seu estado de saúde. Desde a psicoterapia até o uso de medicamentos, o psiquiatra é apto a fazer.


Agora, você já sabe tudo o que precisa sobre a Psiquiatria e seus profissionais – os psiquiatras. Espero que tenha gostado e esclarecido suas dúvidas!

Parece uma pergunta bastante simples: Quem é o melhor psiquiatra de São Paulo, quais são os melhores psiquiatras de São Paulo, quem é o melhor psiquiatra do Brasil? Como encontrar um bom psiquiatra?


Não é assim tão fácil de responder. Existem vários tipos de psiquiatras e eles trabalham com vários tipos de especialidades – Psiquiatria Infantil, Psiquiatria Geriátrica, Psiquiatria Forense, Psiquiatria da Dependência Química, Psiquiatria dos Transtornos Alimentares, Psiquiatria dos Transtornos de Humor, Psiquiatria dos Transtornos Ansiosos, Psiquiatria dos Transtornos dos Impulsos são alguns exemplos. E, assim, esses profissionais se destacam em sua área de atuação, assumindo o papel de “melhor>”.


Dessa forma, para encontrar quem é o melhor psiquiatra de SP para você, é importante considerar suas necessidades específicas.


Com isso, nesse artigo, te auxiliaremos na sua busca por quem são os melhores psiquiatras de São Paulo.


Tomar a decisão de pedir ajuda devido aos conflitos dos seus sentimentos, relacionamentos ou comportamentos pode ser difícil.


Mas procurar ajuda de um psiquiatra pode ser um dos seus primeiros passos para superar suas dificuldades. Como você encontra quem é o melhor psiquiatra de São Paulo? Aqui estão alguns fatores importantes a serem lembrados:

Indicações

Comece com uma lista de indicações de quem são os melhores psiquiatras de São Paulo.


Você pode criar essa lista pedindo recomendações a familiares, amigos e outros profissionais de saúde.


Aproveite o tempo para pesquisar as credenciais e experiência dos médicos no Google.


Você descobrirá que existem muitos tipos diferentes de práticas psiquiátricas e subespecialidades clínicas. Ao refinar sua lista, ligue para o consultório de cada psiquiatra para marcar uma consulta para conhecer o médico.

2. Considere A Experiência Do Psiquiatra

Ao realizar sua busca por quem são os melhores psiquiatras do Brasil, considere a experiência dos profissionais.


Quanto mais experiência um psiquiatra tiver com uma condição ou procedimento, melhores serão seus resultados.


Pergunte quantos pacientes com sua condição específica o psiquiatra tratou.


Se você precisar de um tratamento específico, pergunte quantos dos procedimentos o psiquiatra realizou ou solicitou e descubra as taxas de complicações – complicações que o médico encontrou e seu próprio risco de complicações.

3.Busque Por Feedbacks De Pacientes

Ler o que outras pessoas têm a dizer sobre um médico pode fornecer informações valiosas sobre quem é o melhor psiquiatra de São Paulo.


Alguns sites são direcionados a feedbacks, bem como é possível encontrar comentários em redes sociais.


Nessas “críticas”, normalmente os pacientes falam sobre sua experiência com o agendamento, tempos de espera, ambiente do consultório e simpatia da equipe que lá trabalha.


Você também pode aprender sobre o quanto os pacientes confiam no médico, quanto tempo ele passa com os pacientes e se seus tratamentos têm sido eficazes.


Colocando essas dicas em prática, você poderá refinar suas buscas por quem são os melhores psiquiatras do Brasil e, assim, encontrar um ótimo profissional em quem você poderá confiar!

Os de tarja vermelha. Esses remédios são antidepressivos, estabilizadores de humor e antipsicóticos. Devem ser usados seguindo a recomendação médica para tratar doenças como depressão, ansiedade generalizada, etc.
Os remédios de tarja preta são calmantes e também devem ser utilizados seguindo a recomendação médica.

É bom ressaltar que os remédios de tarja preta servem apenas para reduzir a ansiedade de um momento específico, mas não tratam os transtornos ansiosos.

A síndrome de Burnout é um distúrbio caracterizado pelo esgotamento mental e físico do paciente após um excesso de estresse no contexto do trabalho. É uma condição caracterizada principalmente por um estado de tensão constante, tanto no aspecto físico quanto no mental.
O termo “burn out”, em inglês, significa “queimar por completo”. Trata-se de uma referência ao que ocorre com o psicológico do paciente conforme a doença se agrava: ele é tomado cada vez mais até se esgotar completamente.
Pessoas que atuam em áreas com alto nível de estresse ou enfrentam jornada dupla de trabalho têm mais chances de desenvolver síndrome de Burnout. É o caso, por exemplo, de médicos, enfermeiros, bombeiros, policiais, professores, entre outros. Leia mais aqui.

Você tem alguma pergunta para a Dra. Karine Cunha? Mande um e-mail para nós!

CRM 97.264

Médica formada pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP – Escola Paulista de Medicina) com residência em Psiquiatria no Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP (IPQ – FMUSP).

CONSULTÓRIO:

Rua Maria Figueiredo 595 conj. 63/64 Paraíso, São Paulo SP

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